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sábado, 24 de abril de 2010

DIA DO VOLUNTÁRIO U.PORTO - 28 DE ABRIL DE 2010


Repassando o convite!!!! Vale a pena presenciar....




Exm.os Senhores,

A Comissão de Voluntariado da U.Porto tem a honra de convidar V. Exa para participar nas actividades do Dia do Voluntário da U.Porto, a ter lugar no próximo dia 28 de Abril, às 9h45, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto.

Esta iniciativa pretende sensibilizar toda a comunidade académica, principalmente os estudantes, para a importância do voluntariado, promover a reflexão sobre as possíveis áreas de intervenção neste domínio, envolver as diversas organizações de voluntariado e reconhecer publicamente o papel exemplar de alguns voluntários em diferentes áreas da sua intervenção.

O Programa do Dia do Voluntário da Universidade do Porto inclui vários Workshops simultâneos sobre distintas áreas, a apresentação da nova Plataforma de Gestão de Voluntariado, a entrega do prémio ao vencedor do concurso "Logótipo do Voluntariado da U.Porto" e ainda, para finalizar, a cerimónia de distinção e reconhecimento de alguns dos estudantes voluntários que mais se destacaram no ano passado.

A U.Porto reconhece e valoriza o voluntariado enquanto actividade inerente ao exercício da cidadania plena e enquanto dever de responsabilidade social, como forma de colaboração na construção de uma sociedade mais justa, mais humana e mais solidária.

Na expectativa de poder contar com a presença de V. Exa., apresento os melhores cumprimentos.

A Coordenadora da Comissão de Voluntariado da U.Porto

Maria de Lurdes Correia Fernandes

Vice-Reitora

Inauguração da Escola do Riso, explosão de gargalhadas pela paz!




A inauguração das instalações oficiais da Escola do Riso aconteceu no dia 18 de abril de 2010 na Quinta do Sol, em Framilo, Lousã, com muita alegria, entusiasmo e uma certeza: espalhar cada vez mais o riso e o bem-estar à todas as pessoas gerando equilíbrio.


A Escola do Riso é um projecto de Joanne Gribler, mais conhecida por Ana Banana, e de Jörg Helms, que nos últimos anos têm difundido o yoga do riso em Portugal, percorrendo o país de Norte a Sul para formarem líderes do riso. «É mesmo a realização de um sonho», contou Jorg, entusiasmado com a inauguração da escola, explicando que as instalações funcionarão como Quinta Pedagógica da Conservação da Alegria e como Centro Cultural, uma vez que contarão com oficinas diversas.

Para inaugurar a escola o mais apropriado foi começar com a formação de Lìderes de yoga do riso nas novas instalações. A formação começou no sábado e durou três dias, sendo que, no domingo, os formandos tiveram a oportunidade de demonstrar, durante a inauguração pública, o que aprenderam na formação. Na segunda-feira, realizaram uma demonstração final, em um infantário, um lar de idosos e em uma agência bancária da cidade de Lousã.

Uma sessão de yoga do riso consiste numa actividade lúdica onde se intercalam exercícios de respiração e alongamentos yoga com exercícios de riso. É uma actividade de catarse colectiva através do riso, dinamizada por um líder. Na realidade, é uma ginástica da gargalhada com consequências também terapêuticas. Foi desenvolvida pelo médico indiano Dr. Madan Kataria e sua esposa Madhuri Kataria.

Estar presente na inauguração da Escola do Riso e assistir, naquele momento histório, o nascimento (natural) do “bebé”, já designado a espalhar sorrisos e alegrias, foi realmente uma emoção ”fabulástica”!

Envolvidos neste ideal, o Saber e Sorrir renova a sua missão de contagiar as pessoas e toda a humanidade com muitos sorrisos que acabem por transformar o mundo em uma casa de paz!



Você está disposto a juntar-se à nós?

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Suicidio e Resiliência

Estávamos a espera de um amigo, quando este nos liga e diz: “Um rapaz que mora no meu prédio jogou-se da janela de seu apartamento e caiu em frente da garagem. Estava quase a sair e agora estou diante desta cena horrível e não posso sair de casa. Só fiquei a imaginar a dor de seus pais. E eu, com um bebe em casa, fiquei a pensar no futuro de meu filho”.

Casos como este acontecem com muita frequência em Portugal. Estudos realizados pela Sociedade Portuguesa de Suicidologia indicam que a segunda maior causa de morte entre os adolescentes é o suicídio, sendo a primeira causa os acidentes de viação. “A idade com que as pessoas se suicidam tem vindo progressivamente a decrescer”, existindo “em idades mais precoces, como na infância”, sublinhou Maria Manuela Correia da direção do Núcleo de Estudos do Suicídio (NES) do Serviço de Psiquiatria do Hospital de Santa Maria, em Lisboa (fonte: sapo on line, 13 de Março de 2010, 10:35)

Estas estatísticas fazem com que nós: pais, educadores, psicólogos e a comunidade em geral, paremos para reflectir.

O que está a acontecer com nossas crianças e jovens? O que está a ocorrer no seio das famílias? O que está a passar na comunidade e sociedade em que estes jovens estão inseridos?

Existem uma série de reflexões a fazer que não se esgotarão neste artigo. Mas vejamos alguns aspectos.

As causas que levam ao suicídio podem ser múltiplas. No caso do rapaz, que se suicidou atirando-se da janela do prédio do nosso amigo, a causa apontada foi o fracasso escolar e a não possibilidade de conquistar a tão sonhada vaga na universidade; para outros jovens é a pressão na escola – como o Bullying, ou seja, os actos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou “valentão”) ou grupo de indivíduos com o objectivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender, história tão falada ultimamente nos telejornais; já para outros adolescentes as perdas amorosas e a briga com os namorados/as são momentos insuportáveis e já para outros é a desestruturação familiar, a quebra de vínculos, a falta de amor que impulsiona a acção de tirar a própria vida.

Mas, em todos os casos, é preciso avaliar: o que falta no conjunto dos elementos sociais (família, escola, sociedade) que não desenvolvem, ensinam, orientam, estratégias capazes de fazerem estes jovens superarem as frustrações naturais da idade e da vida?

Podemos dizer que há falta de uma disciplina importante na “vida escolar” e na “escola da vida”: a resiliência. Preocupamo-nos em dar o melhor aos filhos, as melhores condições de estudo, de casa, de roupas, os melhores telemóveis… cobramos e exigimos implacavelmente todo o esforço realizado em nome deles. Queremos as melhores notas, o melhor comportamento, o melhor feitio mas esquecemo-nos de fornecer-lhes os alicerces básicos para esta construção: amor, carinho e uma boa dose de exemplo. Sim, exemplo de paciência, de resiliência diante das dificuldades da vida.

Muitos jovens preferem a morte por não encontrarem mecanismos que façam superar os problemas do dia-a-dia. Foram orientadas a acreditarem que precisam ser perfeitos, ou que a vida sem alguém não faz sentido ou que não é possível reagir diante de uma ameaça, de uma violência.

Por isso, propomos aulas teóricas e práticas de resiliência!
A resiliência é a “Capacidade profunda para a superação de crise em situações adversas, estando presente em indivíduos, comunidades e instituições” (Nunes, 2007).

O ser resiliente possui um olhar positivo sobre a adversidade e desenvolve características como:

■Iniciativa (acção) – não espera que os problemas se resolvam do nada. Age procurando mudança e melhoria;
■Perseverança – constância nas acções – não desiste com facilidade;
■Coragem - Firmeza de ânimo ante o perigo, os reveses, os sofrimentos. Procura não se deixar abater;
■Encorajamento – incentiva a si mesmo e os outros para ir em frente;
■Esperança – encontrar os meios para atingir os objectivos, crença de que tudo acabará por correr bem;
■Fé - Adesão absoluta do espírito àquilo que se considera verdadeiro;
■Optimismo - Acreditar que os infortúnios são passageiros e que tudo resultará da melhor maneira possível;
■Sentido de vida ou objectivo de vida – O que quero para a minha vida? Aonde pretendo chegar? O que me faz feliz? Confrontar o que é possível e aceitar o que não pode ser mudado;
■Estabelece relações de apoio e colaboração com outras pessoas.

De acordo com estudos realizados por Seligmam (2005) para se conseguir o bem-estar e a felicidade é necessário perceber como as pessoas interpretam os momentos de crise e como passam por eles. Pessoas não resilientes adoecem e deprimem-se com mais frequência, têm maior probabilidade de cometer suicídios e não encontram o bem-estar desejado por não encontrarem estratégias eficientes para superarem os problemas naturais da vida, deixando-se levar pelo pessimismo, ou seja:

■Pela tendência em acreditar que as vicissitudes são irremovíveis, que minam todas as nossas actividades e
■Pelos sentimentos de impotência e incapacidade que geram desespero;

Por isso está mais do que na hora de investirmos no desenvolvimento de nossas capacidades de superação e de optimismo diante da vida. Valorizá-la e usufruir do melhor que ela nos tem a oferecer. Vamos construir um mundo mais resiliente?

Fonte:



Seligman, M. (2005) APRENDA A SER OPTIMISTA. Tradu�o de Alberto Lopes.

sapo on line, 13 de Mar�o de 2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

A paz em você




A palavra paz costuma estar nos discursos de todas as pessoas.
Seja o político influente, o religioso, a mãe de família, o patrão ou o empregado, todos afirmam desejar a paz.
Contudo, é comum a percepção de que a paz é algo que se produz no exterior e por obra de outros.


Deseja-se a paz à custa de atos alheios.
Se ela não se faz presente, entende-se que a culpa é de terceiros.
Culpa-se o governo pelos estrépitos das ruas.
Culpam-se os políticos pela cultura de desonestidade que prejudica a tranquilidade.
Sempre são os outros os responsáveis.


Entretanto, toda realização legítima e duradoura começa no indivíduo.
As ideias surgem nas mentes de alguns, alastram-se, convertem-se em atos e gradualmente tomam corpo no meio social.
Toda conquista positiva perfaz esse caminho para se converter de ideia de poucos em realidade de muitos.


Com a paz não pode ser diferente.

Mas, em relação a ela, ainda há uma peculiaridade.
A genuína pacificação se opera no íntimo do ser.
O exterior tumultuado pode constituir um desafio à preservação da harmonia interior.
Ocorre que o silêncio do mundo não induz à paz interna.
Em geral, quem tem a consciência pesada busca se agitar bastante, a fim de não se deter na própria realidade.

Como algo interno, a paz legítima é uma construção pessoal e intransferível.
Ninguém se pacifica à custa do semelhante.
Um ser iluminado pode dar exemplos, conselhos e lições.
Contudo, pacificar-se é um processo de dignificação, que só o próprio interessado pode realizar.


Ele pressupõe a compreensão de que atos indignos sempre têm tristes consequências.
Ninguém adquire plenitude interior sem agir com dignidade e sem dominar seus pensamentos e sentimentos.
A entrega ao crepitar das paixões apenas complica a existência.
Os gozos mundanos são momentâneos, ao passo que a lembrança do que se fez dura bastante.
Não há como viver em paz e desfrutar de vantagens indevidas, prejudicar os semelhantes e fazer o que a consciência reprova.


O requisito básico da paz é a tranquilidade de consciência.
Para isso, é preciso tornar-se senhor da própria vontade.
Hábitos de longa data não somem em um repente.
Enquanto eles são dominados, a vontade precisa ser firme.
Para não viver torturado por desejos ilícitos, também se impõe deter o olhar no que de belo há no mundo.


Sem angústia, mas com a firme intenção de corrigir-se aos poucos, direcionar a própria atenção e o próprio querer para atividades dignas.
Devagar, surge o prazer de ser trabalhador, digno e bondoso.
Como resultado, faz-se a paz no íntimo do ser.


Pense nisso.



Redação do Momento Espírita.
Em 19.03.2010.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Benevolência


Traduzindo benevolência por fator de equilíbrio, nas relações humanas, vale confrontar as atitudes infelizes com os obstáculos que afligem o espírito, na caminhada terrestre.

Aprendamos sinonímia de ordem moral, no dicionário da Natureza:

Crítica destrutiva - labareda sonora.
Azedume - estrada barrenta.
Irritação - atoleiro comprido.
Indiferença - garoa gelada.
Cólera - desastre à vista.
Calúnia - estocada mortal.
Sarcasmo - pedrada a esmo.
Injúria - espinho infecto.
Queixa repetida - tiririca renitente.
Conversa desnecessária - vento inútil.
Preconceito - fruto bichado.
Gabolice - poeira grossa.
Lisonja - veneno doce.
Engrossamento - armadilha pronta.
Aspereza - casca espinhosa.
Pornografia - pântano aberto.
Despeito - serpente oculta.
Melindre - verme dourado.
Inveja - larva em pencas.
Pessimismo - chuva de fel.

Espiritualmente, somos filtros do que somos. Cada pessoa recebe aquilo que distribui.
Se esperamos pela indulgência alheia, consignemos as manifestações que nos pareçam indesejáveis e, evitando-as com segurança, saberemos cultivar a benevolência, no trato com o próximo, para que a benevolência se nos faça auxílio incessante, através dos outros.



Xavier, Francisco Cândido; Baccelli, Carlos A. Da obra: Brilhe Vossa Luz. Emmanuel.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Novo Tempo - Ivan Lins / Vitor Martins

Um novo tempo... apesar dos castigos...

Assim começa Ivan Lins esta bela canção!

Estamos na luta...
Que a nossa esperança seja mais que vingança... seja sempre o caminho que se deixa de herança...

Esta é a herança que quero deixar para todos: esperança!!!

Escutatórias - Rubem Alves

A amiga Elis mandou este belo texto e considerei importante partilhar!!!

ESCUTATÓRIA - RUBENS ALVES

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar... Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular.
Escutar é complicado e sutil. Diz Alberto Caeiro que... Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma. Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia. Parafraseio o Alberto Caeiro: Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma. Daí a dificuldade: A gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor... Sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração... E precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade. No fundo, somos os mais bonitos... Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64. Contou-me de sua experiência com os índios: Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. Vejam a semelhança... Os pianistas, por exemplo, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio... Abrindo vazios de silêncio... Expulsando todas as idéias estranhas. Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos... Pensamentos que ele julgava essenciais. São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se eu falar logo a seguir... São duas as possibilidades. Primeira: Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado. Segunda: Ouvi o que você falou. Mas, isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou. Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou. E, assim vai a reunião. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. Fernando Pessoa conhecia a experiência... E, se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras... No lugar onde não há palavras. A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia... Que de tão linda nos faz chorar. Para mim, Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: A beleza mora lá também. Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Boas Notícias!

Olá!!!! Já está disponivel o site da Associação Portuguesa de Coaching!!!

http://www.apcoaching.pt

A APCoaching está alinhada com uma forma de Coaching que honra o Cliente (Coachee) como perito na sua vida e trabalho, acreditando que todo o Cliente é criativo, possui recursos e constitui um todo. De acordo com este fundamento a responsabilidade do Coach é:


Garantir que o Processo segue a metodologia de base do Coaching;

■Descobrir, clarificar e alinhar-se com o que o Cliente pretende alcançar;
■Estimular a auto-descoberta do Cliente;
■Procurar soluções e estratégias geradas pelo Cliente para que possa espelhá-las;
■Eleger o Cliente como responsável pelas suas acções.

Segundo a APCoaching, o Coaching é uma Relação profissional orientada para alcançar um objectivo inicialmente acordado pelo Cliente, auxiliando-o assim a produzir resultados extraordinários na sua vida, carreira, negócio e organizações. Nesta Relação profissional que se desenrola em várias Reuniões/Sessões, é fundamental respeitar a Agenda do Cliente e o seu Quadro de Referência, assegurando ao mesmo tempo a Confidencialidade de todo o Processo.

Boas Notícias!!!!!

A Sociedade Mundial da Cegueira



Leonardo Boff *

O poeta Affonso Romano de Sant'Ana e o prêmio Nobel de literatura, o português José Saramago, fizeram da cegueira tema para críticas severas à sociedade atual, assentada sobre uma visão reducionista da realidade. Mostraram que há muitos presumidos videntes que são cegos e poucos cegos que são videntes.


Hoje propala-se pomposamente que vivemos sob a sociedade do conhecimento, uma espécie de nova era das luzes. Efetivamente assim é. Conhecemos cada vez mais sobre cada vez menos. O conhecimento especializado colonizou todas as áreas do saber. O saber de um ano é maior que todo saber acumulado dos últimos 40 mil anos. Se por um lado isso traz inegáveis benefícios, por outro, nos faz ignorantes sobre tantas dimensões, colocando-nos escamas sobre os olhos e assim impedindo-nos de ver a totalidade.O que está em jogo hoje é a totalidade do destino humano e o futuro da biosfera. Objetivamente estamos pavimentando uma estrada que nos poderá conduzir ao abismo. Por que este fato brutal não está sendo visto pela maioria dos especialistas nem dos chefes de Estado nem da grande mídia que pretende projetar os cenários possíveis do futuro? Simplesmente porque, majoritariamente, se encontram enclausurados em seus saberes específicos nos quais são muito competentes mas que, por isso mesmo, se fazem cegos para os gritantes problemas globais.


Quais dos grandes centros de análise mundial dos anos 60 previram a mudança climática dos anos 90? Que analistas econômicos com prêmio Nobel, anteviram a crise econômico-financeira que devastou os países centrais em 2008? Todos eram eminentes especialistas no seu campo limitado, mas idiotizados nas questões fundamentais. Geralmente é assim: só vemos o que entendemos. Como os especialistas entendem apenas a mínima parte que estudam, acabam vendo apenas esta mínima parte, ficando cegos para o todo. Mudar este tipo de saber cartesiano desmontaria hábitos científicos consagrados e toda uma visão de mundo.


É ilusória a independência dos territórios da física, da química, da biologia, da mecânica quântica e de outros. Todos os territórios e seus saberes são interdependentes, uma função do todo. Desta percepção nasceu a ciência do sistema Terra. Dela se derivou a teoria Gaia que não é tema da New Age; mas, resultado de minuciosa observação científica. Ela oferece a base para políticas globais de controle do aquecimento da Terra que, para sobreviver, tende a reduzir a biosfera e até o número dos organismos vivos, não excluídos os seres humanos.


Emblemática foi a COP-15 sobre as mudanças climáticas em Copenhague. Como a maioria na nossa cultura é refém do vezo da atomização dos saberes, o que predominou nos discursos dos chefes de Estado eram interesses parciais: taxas de carbono, níveis de aquecimento, cotas de investimento e outros dados parciais. A questão central era outra: que destino queremos para a totalidade que é a nossa Casa Comum? Que podemos fazer coletivamente para garantir as condições necessárias para Gaia continuar habitável por nós e por outros seres vivos?
Esses são problemas globais que transcendem nosso paradigma de conhecimento especializado. A vida não cabe numa fórmula, nem o cuidado numa equação de cálculo. Para captar esse todo precisa-se de uma leitura sistêmica junto com a razão cordial e compassiva, pois é esta razão que nos move à ação.


Temos que desenvolver urgentemente a capacidade de somar, de interagir, de religar, de repensar, de refazer o que foi desfeito e de inovar. Esse desafio se dirige a todos os especialistas para que se convençam de que a parte sem o todo não é parte. Da articulação de todos estes cacos de saber, redesenharemos o painel global da realidade a ser compreendida, amada e cuidada. Essa totalidade é o conteúdo principal da consciência planetária, esta sim, a era da luz maior que nos liberta da cegueira que nos aflige.

[Autor de A nova era: a consciência planetária, Record (2007)]

* Teólogo, filósofo e escritor

segunda-feira, 1 de março de 2010

2ª edição do Workshop despertou muitos sorrisos e superou o mau tempo!

A segunda edição do Workshop O Ser, o Saber e o Sorrir – Passos para o Optimismo, aconteceu a 28 Fevereiro de 2010, no Hotel Ibis Porto São João.Mantemos os objectivos propostos na primeira edição, em Chaves, através de dinâmicas vivenciais:
-Auxiliar o crescimento pessoal e social dos participantes;
-Contribuir para o desenvolvimento de uma atitude reflexiva, activa e crítica da realidade;
-Procurar a integração dos vários domínios do saber;-Orientar competências e educar emoções.



Além das expectativas habituais, que antecedem um qualquer evento deste porte, acrescentamos a expectativa da participação dos formandos visto que todos temos sentido as condições meteorológicas adversas dos últimos dias.Mas as expectativas e receios foram se dissipando na entrega total entre formandos e formadores, conquistando a interacção, a partilha, a introspecção, o sorriso.


Cada ser humano partilha-se, na sua essência. Questões, percepções e sentimentos que nos unem, que nos fortalecem num objectivo comum: a busca do Bem-Estar.

Então, de um percurso inicial de perguntas essenciais, como “Quem sou?”, seguimos por caminhos de conhecimento do que é ser pessimista e optimista e culminamos numa forma tão simples que parece mágica: a prática de sorrisos, a vivência de brincadeiras, animação, relaxamento, paz, e equilíbrio.

Saldo final? Muito positivo!!


O bem-estar no desfecho de toda esta sequência é quase inexplicável. É intensamente sentida, garantidamente!Esperamos que, noutra oportunidade (quem ainda não a teve), possa sentir tudo isto!!!

Obrigada a todos! Com muitos sorrisos.

A Equipa Saber e Sorrir

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Primeira Edição Ultrapassa Expectativas




O workshop O Ser, O Saber e o Sorrir - Passos para o optimismo ocorreu em Chaves, no Hotel Aquae Flaviae, dia 21 de Feveiro de 2010.



Com este workshop, o Saber & Sorrir pretendia, através de dinâmicas vivenciais:
-Auxiliar o crescimento pessoal e social dos participantes;
-Contribuir para o desenvolvimento de uma atitude reflexiva, activa e crítica da realidade;
-Procurar a integração dos vários domínios do saber;
-Orientar competências e educar emoções.



As expectativas eram altas da parte das formadoras e dos formandos.

Balanço final? "Entrei uma pessoa e saí outra" - disse um dos participantes.




Então, se inicialmente, num momento de introspecção, houve um emaranhado de sentimentos menos positivos (como a apreensão, as lágrimas, o descontentamento, o vazio), logo se transformaram em sorrisos, alegria e bem-estar.

Em busca de uma atitude mais positiva, autoconfiante e persistente perante a vida, que é cheia de desafios e beleza, salientam-se os grandes momentos de partilha, confidências e troca de experiências que enriqueceram o dia.

Brincamos, cantamos, sorrimos, vivemos o melhor que há em nós.
Foram verdadeiros momentos de felicidade e bem-estar.
Ficou a certeza de nos voltarmos a encontrar e o convite para que outros se juntem a nós.
A todos, um MUITO OBRIGADA!

Carla Gomes, Eveline Cunha e Maíra Diniz

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Saudades Saudáveis!


Hoje estou mesmo inspirada pelas Marchas de Carnaval... Bons tempos!!!

Grande é a capacidade do ser humano de acessar as lembranças e emoções de tudo aquilo que julgar importante. Hoje, acesso só as boas lembranças e as boas emoções!!!
E olha que interessante!!! A nossa memória é associativa! Isto quer dizer que quanto mais procuro relembrar momentos positivos mais associo a outros momentos agradáveis e, assim, dá-se início a uma cadeia contínua de bem-estar. O cérebro (quando estamos a lembrar de acontecimentos felizes) regista as imagens dos acontecimentos vivenciados no passado como se esta situação estivesse a acontecer no momento presente. Então, qual o resultado? Libera todos os comandos para que as hormonas causem alegria e bem-estar. Fantástico, não é? Termos a capacidade de causar alegria a nós mesmos pela simples lembrança de um acontecimento bom!
Mas vai aí uma advertência! Isto acontece também quando lembramos de maus acontecimentos e a tendência é de associarmos a outros eventos negativos. Se nos deixarmos levar pela lembrança ou imaginação de eventos menos bons e não conseguirmos controlar os pensamentos, o nosso organismo sofre a descarga de hormonas que causam palpitação cardíaca, sudorese, tensão, entre outros,
deixando-nos ansiosos e deprimidos.

Você pode escolher!!! Que lembranças quer ter hoje?

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Noite dos Mascarados e São Valentim - Chico, Nara e MPB-4

Ah..........que bela combinação.........marcha de carnaval........ dia dos namorados....... colombina e pierot...
Hoje em Portugal é dia dos namorados, está bem frio e é carnaval...um dia para celebrar o amor e a alegria!!!
No Brasil os pés estão a aquecer para o belo espetáculo do carnaval e as cabeças também pois o calor está mesmo a arrasar!!!

O importante é sempre celebrarmos a alegria de viver, no frio ou no calor, repartindo amor!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Um novo Dia dos Namorados ou apenas mais um?


Um novo Dia dos Namorados ou apenas mais um?

Não importa. Este é um dia marcado no calendário para celebrar o amor, a união, a partilha, o companheirismo…

Ainda que não lhe diga nada é mais uma oportunidade de demonstrar o que sente pela sua cara metade… ou por alguém de quem goste (tal como você mesmo).

Não perca esta oportunidade e:

Ofereça(-se) um momento único de restabelecimento do equilíbrio e bem-estar!

OFEREÇA(-SE) UMA MASSAGEM DE RELAXAMENTO!

Porque… todos merecemos um momento de equilíbrio

Contactos

Telefone: 913 463 901 967 302 010 966 189 415

Morada: Praça de Dona Filipa de Lencastre, nº22, 4º andar, sala 67

4050-259 Porto

domingo, 31 de janeiro de 2010

Testemunho de superação em forma de canção! Whitney Houston

A cantora Whitney Houston esteve, nestes últimos 7 anos, nos bastidores do mundo da música. Enfrentou sérios problemas no casamento, violência e a dependência química e afastou-se dos palcos. Em agosto de 2009 resurge renovada, confiante, persistente e nos brinda com sua maravilhosa voz! Resolveu enfrentar os desafios e superar a si mesma. Aliou a fé com a descoberta da própria força interior... descobriu a si mesma!!! Veja a tradução desta bela canção!!! Será que nós conhecemos a nossa própria força!?????


Eu Não Conhecia Minha Própria Força

Perdi o contato com minha alma
Não tinha pra onde me voltar,
não tinha pra onde ir
Perdi o rumo do meu sonho,
achei que seria o meu fim
Eu achei que nunca conseguiria
Eu não tinha esperança para aguentar, Eu
Eu achei que iria quebrar

Eu não conhecia minha própria força
E eu acabei e eu caí
Mas eu não não me despedacei
Eu atravessei toda a dor
Eu não conhecia minha própria força
Sobrevivi às minhas horas mais negras
Minha fé me manteve viva
Eu me reergui novamente
Mantive minha cabeça erguida
Eu não fui feita pra quebrar
Eu não conhecia minha própria força

Encontrei esperanca no meu coracao, Encontrei
a luz para a vida, meu caminho fora da escuridao
Encontrei todo que eu precisava
Aqui dentro de mim, oh...
Eu pensei que nunca encontraria meu caminho
Eu pensei que nunca levantaria aquele peso
Eu pensei que iria quebrar
Eu não conhecia minha própria força
E eu acabei e eu caí
Mas eu não não me despedacei
Eu atravessei toda a dor
Eu não conhecia minha própria força
Sobrevivi às minhas horas mais negras
Minha fé me manteve viva
Eu me reergui novamente
Mantive minha cabeça erguida
Eu não fui feita pra quebrar
Eu não conhecia minha própria força

Houveram tantas vezes que eu
me perguntava como iria passar a noite
Eu achei ter levado tudo que eu podia

Eu não conhecia minha própria força
E eu acabei e eu caí
Mas eu não não me despedacei
Eu atravessei toda a dor
Eu não conhecia minha própria força
Sobrevivi às minhas horas mais negras
Minha fé me manteve viva-me manteve viva
Eu me reergui novamente
Mantive minha cabeça erguida
Eu não fui feita pra quebrar
Eu não conhecia minha própria força

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

VII Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia


VII Simpósio Nacional Investigação em Psicologia

Escola de Psicologia, Universidade do Minho

4, 5 e 6 de Fevereiro de 2010



A Escola de Psicologia da Universidade do Minho irá acolher o VII Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia, a realizar em Braga, de 4 a 6 de Fevereiro de 2010.

O VII Simpósio é organizado por docentes e investigadores da Universidade do Minho, sob o auspício da Associação Portuguesa de Psicologia (APP).

O programa científico do VII Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia já se encontra disponível para consulta no site: http://www.viisimposioinvestigacao.com/

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O Ser, o Saber e o Sorrir – Passos para o optimismo



Desenvolver as nossas competências e orientar as nossas emoções nem sempre é fácil. Assim, o grupo Saber e Sorrir convida você a participar do workshop - O Ser, o Saber e o Sorrir – Passos para o optimismo!!! Pretendemos contribuir de forma dinâmica para o seu crescimento individual .


Queremos conhecê-lo.
Queremos que nos conheça.
Queremos criar laços.
Vamos crescer e sorrir juntos!!!


Data: 21 de Fevereiro de 2010 (Chaves)

28 de Fevereiro de 2010 (Porto)

Maiores informações:

www.saberesorrir.com / info@saberesorrir.com

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domingo, 10 de janeiro de 2010

Viver a Vida - Maria Elisa Paciornik

Estamos sempre a falar de nossa falta de vontade para assistirmos, todos os dias, as notícias e os programas de televisão repletos de más notícias com baixo teor educativo. A televisão brasileira Globo passou a exibir no final da novela Viver a Vida vários depoimentos de pessoas que superaram todo o tipo de dor, adversidade, deficiência, entre outros. Não coloco aqui em questão o enredo da novela nem a qualifico como melhor ou pior programa, nem as intenções do autor e da emissora ao exibir estes depoimentos. O que gostaria de focar é a possibilidade de milhões de brasileiros aprenderem, uns com os outros, estratégias de superação. Estes breves minutos ao final da novela deveriam transformar-se em grandes programas do horário nobre. Mostrar a forma positiva como estas pessoas encaram a vida é de grande valia para todos nós!
Deixo um depoimento de uma mulher que perdeu o filho e o marido em um acidente de carro. Os demais videos podem procurar no you tube. Vale a pena!!!

E vamos viver a vida, com optimismo e esperança!!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Desejo - Victor Hugo

Este belo poema do Victor Hugo nos faz reflectir...Temos muitos desejos e expectativas para o próximo ano! Muitos deles são voltados somente para os sucessos. É necessário ter consciência de que precisamos nos preparar para a conquista do sucesso. Por isso o mais importante é transformarmos os desejos em ação, as expectativas em objectivos e metas possíveis de serem alcançadas, uma a uma. Sermos protagonistas da própria existência para alcançarmos a tão sonhada felicidade!!!
Mas a vida não é feita só de sucessos... os fracassos e desilusões são as melhores cartilhas para o aprendizado da paciência, da persistência, da superação e do amor. Com eles aprendemos a ser melhores!!! É claro que não traçamos metas de vida para o fracasso mas, se eles acontecerem, é preciso saber Recomeçar (como no video anterior!)

Que em 2010 possamos ser melhores, mais felizes, mais sorridentes, mais equilibrados, conquistando dia-a-dia a felicidade!!!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Para começar o ano com muita Felicidade!!!

Deliciem-se com a canção!!! Um ótimo incentivo para o novo ano!!! Namorar a felicidade!!!

Quando a gente canta
Somente aquilo que a gente sente
Profundamente
Não há lugar nenhum para canção doente
Porque a alegria se derrama quente
Pois quando a gente canta alegria
A força da canção explode
Se irradia
É como a luz do sol sendo a luz da gente
É como a luz da gente sendo a luz do dia
Ô, felicidade
Eu quero andar na vida namorando você
Por todos os caminhos onde eu descobri
Que apesar de tudo meu povo sorri
Ô, felicidade
Meu coração não mente
quando canta e diz:
Eu faço exatamente
o que sempre quis
É muito importante que eu seja feliz.

Recomeçar....Sempre!

A vida é sempre um eterno recomeçar... novas experiências, novas ideias, novas atitudes, novos lugares, cheiros e pessoas... queiramos ou não a vida nos impulsiona a recomeçar!!! Aproveitemos estes dias para reflectirmos sobre os "recomeços" que queremos para 2010 e sobre as novas direções que queremos dar a própria vida!!! O mar é a sucessão dos acontecimentos, o barco, nosso instrumento, nosso corpo e nós os timoneiros, os responsáveis pela navegação, pela vida!!!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Natal todos os dias em 2010!!! Natal todos os dias é viver em reflexão contínua, agindo de forma positiva em grande sintonia com a felicidade e a paz



• Paz
• Sorrisos
• Alegria
• União
• Encontro
• Família
• Paciência
• Compreensão
• Partilha
• Humildade
• Carinho
• Amizade
• Amor
• Conhecimento
• Crescimento pessoal

Estas são as primeiras palavras que registamos quando lembramos do Natal.
Podem experimentar registar também as palavras que vos surgem quando pensam no sentido do Natal: “O que esta data representa para mim?”

Depois pensemos juntos: “vivemos de forma a conquistar ou vivenciar todos estes sentimentos ou acções em forma de belas palavras?”. Pensemos apenas só se os cultivamos e os conservamos ou não, sem culpados alguns.

Agora, pensemos em como seria se empreendessemos um pouco de esforço para conquistá-los… Que achamos da sensação? “Bem-estar?”. Sim! Mas o que estamos dispostos a fazer para tornar este momento imaginário em realidade positiva e activa em nossas vidas?
O primeiro passo é querer!!!

Eu, Eveline com as colegas do Saber e Sorrir desejamos-lhe um verdadeiro Feliz Natal repleto de “muito querer”: querer estar bem, em equílibrio, em paz íntima, desenvolvendo todas as potencialidades e competências!

Em 2010, o Saber e Sorrir dedica-se exactamente ao Desenvolvimento Pessoal. Esperamos por si.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Subtilezas e Gentilezas


Diante da loucura e da correria do dia-a-dia nos esquecemos das gentilezas subtis. Envolvidos em um mundo que valoriza o tempo, o dinheiro, a rapidez e a agilidade deixamos para depois (ou nunca!) os gestos delicados. Gestos que demonstram carinho e atenção, gestos que declaram o nosso interesse ou preocupação, gestos que demonstram a nossa presença ao lado daqueles que amamos ou respeitamos. Variadas são as formas subtis de gentileza: um recado inesperado com frases de ânimo, um abraço, um olhar sincero, um auxílio em momentos difíceis, uma atenção especial, ouvir atentamente alguém que necessite falar, uma prenda... enfim, inúmeras são as formas e todas elas trazem felicidade e bem-estar tanto para quem "recebe" a gentileza quanto para quem "oferece".
Hoje queria partilhar com vocês o grande gesto de gentileza e delicadeza que recebi da equipa de formação da Flupol. Este belo arranjo de flores! Que para mim é uma grande demonstração de gentileza (algo raro hoje em dia!).
Estivemos juntos quase 2 meses e foram momentos de aprendizado para todos nós!!! Construímos e descontruímos conceitos, valores e formas de ver a vida e o trabalho!!! Acredito que deixei marcas assim como eles deixaram em mim. Marcas de alegria, crescimento, superação das dificuldades e motivação para mudar para melhor!!!
A força para continuarmos a caminhada vem também de pequenos gestos feitos pelo outro!!!
Agradeço à Mariana, Silvia, Sónia, Sandra, Fátima, Herminia, Isabel, Ruben e Leonel todo o carinho!!!!!
Até mais e sejam felizes!!!!